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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

ARTES - PROFª GABRIELA - ENSINO MÉDIO - 2º ANO A/ B

 

ROTEIRO DE ESTUDOS

E.E.PROF.LYSANIAS DE OLIVEIRA CAMPOS

PROFESSORA: Gabriela Muzel

DISCIPLINA: ARTES

TURMA: 2ºano A e B

1ºBIMESTRE

PERÍODO DE REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE:22/02/21 a 05/03/21

 

BEM VINDOS AO ANO LETIVO DE 2021!

1ºBIMESTRE

QUERIDOS ALUNOS, ESTAMOS INICIANDO MAIS UM ANO LETIVO,COM MUITA DEDICAÇÃO E PREVENÇÃO!

SEGUEM ALGUMAS ORIENTAÇÕES SOBRE AS ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS:

NO APP CMSP,ABA,MINHAS TAREFAS,REALIZAR PELO APP.

NO BLOG,DE 15 EM 15 DIAS,REALIZAR NO CADERNO,TIRAR 1 FOTO (nítida) E ENVIAR PELO EMAIL: bibiarte1@gmail.com

Enviar a foto da 1º tarefa de ARTE do blog, até sexta-feira, dia 05/03/21.

Todas as fotos das tarefas de ARTE, devem ser nítidas, com nome do aluno completo, número e série.

ASSUNTO:

ARTE PÚBLICA

 A arte pública engloba uma grande diversidade de gêneros artísticos, desde a escultura, pintura, grafiti, mosaico, mural, baixo-relevo, hapenning, performance, entre outras formas de expressão. Tudo o que esteja relacionado direta ou “indiretamente” com o espaço público e a sua vivência social. Portanto, não existem fronteiras rígidas e pré-determinadas, porque o conceito de espaço público encontra-se em constante evolução. Por exemplo, a internet tem se revelado, cada vez mais, num espaço público (virtual) por excelência, onde se inscrevem as mais variadas formas de arte (ciberarte). 

 

 A arte pública contemporânea apresenta importantes características a nível formal e conceptual. A ruptura com as concepções comemorativas e evocativas tradicionais, o abandono do pedestal e do carácter objetivo da obra de arte, uma nova relação com o espaço envolvente (site-specific) e com o público. A arte pública privilegia o lugar do espectador, tornando a sua percepção sensorial e participação numa parte fundamental da obra. Mas, não é apenas o público que passa a ser entendido como tema da obra, mas também o próprio espaço envolvente. A paisagem em redor não funciona como um fundo, mas transforma-se na própria gênese da obra.

 

 A nível temático há um abandono dos temas clássicos com conteúdo comemorativo, e uma nova incursão pelas poéticas pessoais e assuntos do quotidiano, abrangendo em alguns casos situações sociais (new genre public art). A multidisciplinariedade torna-se numa prática cada vez mais comum na arte pública contemporânea, observa-se uma simbiose e apropriação da linguagem de disciplinas como a arquitetura, design de equipamento, publicidade, sociologia, ecologia entre outras.

 

 

GRAFITE

'Liberdade é o maior sentido da arte de rua', afirma o grafiteiro Toz

Grafite é o principal tipo de arte urbana do Brasil.
Tomaz Viana, o Toz, fez um dos maiores grafites do mundo.

O grafite é o principal tipo de arte urbana do país. A manifestação artística, que surgiu na década de 70 nos paredões dos subúrbios de Nova York, nos Estados Unidos, rapidamente ganhou o mundo.

No Brasil, o grafite encontrou espaço, mão de obra de primeira, muros em brancos e toda a criatividade dos brasileiros. É a arte urbana que mais cresce e forma artistas no país.

A lista de grafiteiros profissionais é longa, mas não dá para falar em grafite no Brasil sem mencionar Gustavo e Otávio Pandolfo, conhecidos como ‘Os Gêmeos’. Outro grande nome é Tomaz Viana, o Toz, que tem personagens espalhados por vários pontos do Brasil e do mundo.

“Acho que a liberdade é o maior sentido da arte de rua. O Brasil é um dos lugares onde as pessoas mais vivem de grafite, mas acho que falta do governo, das grandes indústrias, das grandes empresas bancar mais coisas, tipo laterais de prédios, grandes painéis, grandes eventos. Às vezes é o mesmo valor para pintar de branco”, afirma o grafiteiro Toz, que tem um painel na ONU, em Genebra, e fez um dos maiores grafites do mundo na lateral de um prédio, na Zona Portuária do Rio de Janeiro.

 

GRAFITE X PICHAÇÃO

Conforme a legislação brasileira mais recente representada pela lei 12.048 de 25 de maio de 2011, sancionada pela Presidência da República, o ato de grafitar que na norma instituída em 1998 era considerado crime deixa de ocupar tal posição (a lei de 2011 é uma revisão da lei nacional de 1998). Permanece a pichação como crime passível de detenção de 03 meses a 01 ano ou multa. Caso o pichador aja em um monumento ou patrimônio tombado, pode sofrer de 06 meses a 01 ano de detenção, acompanhados de multa, em virtude dos valores históricos, culturais, arqueológicos etc representados por construções dessa natureza. A pichação é tida pelo redator da legislação como uma transgressão ou desvirtuamento da propriedade pública ou privada, enquanto o grafite é um dispositivo de valorização do patrimônio histórico-cultural.

Desde que autorizado, o grafite é um tipo de arte que surge para revitalizar os espaços urbanos. A pichação, por sua vez, surge para denegri-los. O julgamento eminentemente estético que habita o senso comum surpreende quando a questão passa a ser observada mais de perto. A legitimidade de um ou outro tipo de manifestação artística advém do que é moralmente viável na esfera social e da legalidade daí resultante. O problema crasso existente na contraposição entre grafite e pichação é que há uma concepção essencialmente ética quando estamos julgando o que é o belo e o que é bom. Embora a sociedade compartilhe de alguns pressupostos minimamente universalizáveis, a beleza da arte não se encontra dentro de um deles. Sabe-se que existem alguns padrões mais aceitos ou ratificados que mudam conforme a época, o que não torna automaticamente “correta” a diferenciação que pressupõe criminalização.

 

ATIVIDADE:

IMAGINE QUE VOCÊ RECEBEU UMA AUTORIZAÇÃO PARA FAZER,CRIAR UM GRAFITE, EM UM MURO DE UMA IMPORTANTE AVENIDA EM SUA CIDADE.

DESENHE EM UMA FOLHA, COMO SE FOSSE O MURO,USANDO SUA CRIATIVIDADE E NÃO ESQUECENDO QUE O GRAFITE DEVE SER BEM COLORIDO E DEVE TER UM TEMA.ENVIE A FOTO DO SEU DESENHO NO EMAIL CITADO ACIMA.

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