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E.E. Prof. Lysanias de Oliveira Campos |
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Profª: CRISTINA MUNARETTI DE OLIVEIRA
Disciplina: HISTÓRIA |
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Turma: 7º ANO A / B |
Data:
22/2 ATÉ 5/3 DE 2021 |
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Aluno:
Nº: |
SÉRIE: |
INSTRUÇÕES PARA A SEMANA DE 22/2 ATÉ 5/3 DE 2021
BEM VINDOS AO ANO LETIVO DE 2021
1º BIMESTRE!!!!!
ALUNOS QUERIDOS, ESPERO QUE TODOS VOCÊS ESTEJAM BEM!!
ESTAMOS INICIANDO MAIS UM ANO
LETIVO, AQUI VÃO ALGUMAS COMANDAS:
VOCÊS TERÃO 2 FORMAS DE ATIVIDADES
POSTADAS A SEREM REALIZADAS:
1 NO APP CMSP, ABA, MINHAS TAREFAS,
REALIZAR PELO APP.
1 NO BLOG, DE 15 EM 15 DIAS,
REALIZAR NO CADERNO, TIRAR 1 FOTO (nítida) E ENVIAR PELO EMAIL profacristina2@gmail.com
ENVIAR A FOTO DA 1ª TAREFA DE HISTÓRIA DO BLOG, ATÉ SEXTA - FEIRA, DIA
5/3
TODAS AS FOTOS DAS TAREFAS DE HISTÓRIA, DEVEM SER NÍTIDAS, COM NOME DO
ALUNO COMPLETO, NÚMERO E SÉRIE.
ATIVIDADE DE HISTÓRIA A SER REALIZADA: 1ª TAREFA
Realize uma pesquisa de 5 linhas, no caderno.
ASSUNTO: AS CIDADES MEDIEVAIS
TEXTO DE APOIO
(SUGESTÃO DE LEITURA COMPLEMENTAR)
A cidade
medieval apresentou características distintas nos diferentes momentos da Idade
Média. Esse período iniciou-se, cronologicamente, em 476 e encerrou-se em 1453.
Dentro desse espaço de tempo, a cidade na Europa Ocidental passou por um
processo de esvaziamento, que caracterizou o início da Idade Média, e, após o
século XI, viveu um renascimento.
Início da
Idade Média
A cidade
medieval surgiu da fragmentação do Império Romano do Ocidente. O Império
Romano, que se encerrou em 476 d.C., passou por um longo processo de crise a
partir do século II d.C. A crise econômica, aliada ao processo de invasão dos
povos germânicos, causou uma migração da população das cidades para as zonas
rurais.
A invasão dos
povos germânicos aconteceu, principalmente, porque esses povos procuravam
terras melhores e, também, porque eles fugiam dos povos hunos, que haviam
migrado da Ásia e espalhavam terror pela Europa. À medida que as invasões
aconteciam, os povos germânicos realizavam saques e traziam destruição para os
centros de produção de alimentos do Império Romano. A invasão dos povos
germânicos também resultou no enfraquecimento das rotas comerciais.
Além da
destruição, muitas fazendas romanas foram abandonadas pelos camponeses
temerosos com a chegada dos germânicos. Assim, a diminuição da produção e o
enfraquecimento do comércio resultaram na falta de abastecimento das cidades.
Nesse cenário, a fome espalhou-se e contribuiu para o surgimento de doenças
epidêmicas.
Além da falta
de alimento, as cidades eram um excelente alvo para os povos germânicos, que
viam no saque das cidades romanas uma ótima maneira de obter riquezas
rapidamente. A cidade de Roma, capital do Império Romano, por exemplo, foi
saqueada em 410, 455 e 476 por diferentes povos germânicos.
A violência,
a destruição, a fome e as doenças resultaram, além da diminuição da população
na Europa Ocidental, em um processo de ruralização. A população pobre passou a
se abrigar próximo das residências rurais da elite romana, que era dona das
terras produtivas. Isso causou um grande processo de isolamento. Nesse período,
que abrangeu o século V ao século X, quase não houve comércio.
Crescimento
urbano
A partir do
século XI, inovações técnicas permitiram um desenvolvimento agrário e houve um
aumento populacional. Essas técnicas, como a melhoria no uso do arado e a
implantação do revezamento do cultivo do solo, ampliaram a capacidade de
produção. Além disso, ocorreu o aumento do solo utilizado para cultivo
agrícola, a partir do século VIII, com o uso do arroteamento na derrubada de
florestas.
O aumento das
terras cultivadas e da população resultou no surgimento de novas aldeias, e
algumas das cidades existentes ganharam novos habitantes a partir de um
processo de migração populacional. O historiador Hilário Franco Júnior dá os
indícios em estatísticas do aumento populacional e urbano do período:
Enquanto por
volta do ano 1000 talvez não existisse na Europa católica nenhuma cidade com
uma população de 10.000 habitantes, no século XIII, havia 55 cidades com um
número de habitantes superior àquele: duas na Inglaterra, seis na Península
Ibérica, oito na Alemanha, 18 na França e Países Baixos, 21 na Itália.
Além disso,
Hilário Franco Júnior mostra várias cidades italianas que podem ter tido mais
de 100.000 habitantes: Milão, Florença, Veneza e Gênova. Já o historiador
Jacques Le Goff diz que a cidade de Paris teve por volta de 200.000 habitantes
e que muitas outras cidades apresentaram populações menores, mas ainda bastante
expressivas para o século XIII.
O crescimento
das cidades ganhou impulso com a construção das muralhas, que permitiam o
desenvolvimento delas e traziam um sentimento de segurança contra eventuais
saques realizados por povos invasores, como aconteceu com os normandos e
húngaros.
A partir do
século XIV, a Europa passou por um novo processo de redução demográfica e
esvaziamento das cidades em virtude da proliferação da peste negra. A doença
era contraída das pulgas presentes nos ratos e foi trazida por navios vindos da
Ásia. Na Europa, proliferou-se de maneira fulminante e, ao final do século XIV,
pelo menos um terço da população havia morrido.
Juliana Bezerra
Professora de
História
2 comentários:
É para copiar??
É para copiar ou só ler??
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